Desde cedo, Grioghar
cabeça-de-runa se diferenciou dos demais de seu povo. Sua trilha se desviou do
caminho da forja, comércio, guerras e das minas para aquém das ásperas e
secas páginas do conhecimento. Seu gosto por livros e pelas artes místicas era
tamanho que seu povo o isolou de seu próprio clã, o forçando a viver das
paredes de pedra e ouro da sua ancestral casa. Hoje ele vive ora como um
mascate, ora como um faz tudo, indo de aldeia em aldeia, cidade em cidade, na
procura do seu sustento e trilhando seu caminho do saber para transcender os
véus que nublam o mundo.
A verdade está lá fora...
Por Lucas Alves, o mago anão.

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